Impermeabilização de Coberturas não transitáveis

São aquelas que terão pessoas transitando apenas para manutenções ou em situações emergenciais.

São elas:
– Tampa de reservatório elevado de concreto;
– Cobertura de casa de máquinas;
– Cobertura não utilizada para outro fim senão o de cobertura.
Essas regiões não exigem grande atenção quanto a resistência à compressão na camada impermeabilizante.
A impermeabilização rígida não é recomendada para esses locais susceptíveis de fissuras provenientes da oscilação térmica.
Recomenda-se manta asfáltica ou elastomérica. Como proteção mecânica deve-se usar geotêxtil (Poliéster não tecido) e por sobre o mesmo, como isolação térmica, pode-se usar, por economia e facilidade na manutenção, seixo rolado, solto, de cor clara.
Deve-se ter em toda a borda da laje impermeabilizada, uma mureta de no mínimo 15 cm de altura, de concreto, monolítica com a laje, isso evita o destacamento e conseqüente ruptura da manta. A face superior da mureta deve ter uma inclinação de 5% caindo para o lado da laje impermeabilizada. Este caimento evita o surgimento precoce de manchas de sujeira na fachada.
Deve-se prever todo e qualquer equipamento a ser instalado sobre a área impermeabilizada. Tanto os que serão entregues instalados na conclusão da obra, quanto os que vierem a ser necessários a qualquer tempo. Essa medida pretende evitar que um técnico no pós-obra venha com uma furadeira instalar sua obra de arte ao seu bel prazer. Para isso, deve-se deixar blocos de concreto ancorados na laje, com altura mínima de 20cm.

Exemplos de equipamentos possíveis:
– Antenas parabólicas;
– Ganchos para estaiamentos de balancins para manutenção de fachadas e eventual uso pelos bombeiros;
– Antenas coletivas;
– Antena de telefonia celular;
– Luminárias e refletores;
– Lanterna de obstáculo;
– Tótens publicitários;
– Pára-raios;
– Painéis de aquecimento solar.
– E outros que possam vir a ser necessários.




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